
Promover inclusão no dia a dia, ampliar o acesso à informação e orientar sobre práticas de atendimentos mais humanizados estiveram no centro da Blitz de Acessibilidade e Inclusão, atividade realizada pelo Tribunal de Justiça de Roraima no Fórum da Cidadania – Palácio Latife Salomão, nesta sexta-feira (6).
A mobilização integra a primeira prática do projeto voltado à acessibilidade e a inclusão em 2026 e foi desenvolvida pela Corregedoria-Geral de Justiça, em parceria com a Comissão Permanente de Acessibilidade e Inclusão (CPAI), seguindo as determinações do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
Durante a Blitz, foram realizadas apresentações breves, nas unidades judiciais e administrativas do prédio, com abordagem de situações práticas do cotidiano institucional. A proposta estimulou reflexões, esclarecimento de dúvidas e a troca de experiências entre os servidores sobre como realizar um atendimento inclusivo.
Para o servidor da Corregedoria, Orib Ziedson, a iniciativa amplia a compreensão sobre o papel do servidor no atendimento ao cidadão.
“É importante o servidor entender que não deve se preocupar apenas com a execução do trabalho, mas também com o bom atendimento às pessoas que procuram os serviços do Judiciário.”
Com foco no compartilhamento de boas práticas e abertura da conscientização. a atividade contribui para a construção de um ambiente institucional mais acessível e acolhedor. As Blitz de Acessibilidade e Inclusão integram um cronograma de medidas que alcançarão outras unidades do Judiciário ao longo de 2026.
Segundo a servidora Vera Sábio, a Blitz busca despertar empatia e orientar sobre as maneiras adequadas de atendimentos.
“Esse trabalho de ir de sala em sala, colabora para melhor compreensão dos diferentes, observando as particularidades, conforme as atipicidades de cada um, com foco na empatia, que é a palavra chave para promover a verdadeira inclusão.”
Quem também destacou a relevância dessa iniciativa foi a servidora Tatiene Quintã, membro da CPAI, ao ressaltar a importância do conhecimento para garantir inclusão.
“Antes de falar em inclusão e acessibilidade, é fundamental conhecer as diferentes deficiências. Orientamos os servidores sobre como acolher pessoas com deficiência, e também, aquelas com o espectro autista, compreendendo suas peculiariedades e necessidades no melhor atendimento.”
Acessibilidade
O site do TJRR oferece recursos de acessibilidade por meio do sistema Rybená, que facilita a navegação e a compreensão de conteúdos digitais por pessoas com deficiência. Para ativar essas funcionalidades, basta clicar em um dos ícones para utilizar as opções disponíveis no próprio portal.
Texto:Wesley Viera - Estagiário de Jornalismo / Emily Soares - Jornalista
Fotos: NUCRI/TJRR
FEVEREIRO/2025 - NUCRI/TJRR


